Hoje assistimos o documentário"Expedition Happiness", indicado pela Bel e o Pablo lá no instagram que o casal possui @chicakombi.
O documentário registrado por Felix e Mogli, alemães que desembarcaram no EUA para comprar um ônibus e iniciar a aventura de transformá-lo sozinhos - estilo faça você mesmo, em um lar e viajar do Alasca até a Argentina, juntos do seu cão Rudi, As paisagens, as histórias, as pessoas, e os desafios do casal dão aquele gostinho de "também quero" aos que assistirem.
Veja, no álbum de fotos abaixo, dicas de filmes cujas protagonistas podem te inspirar a viajar por aí – quem sabe para viver histórias parecidas?
1. Livre (2014)
(Divulgação)
A atriz Reese Witherspoon deixou de lado seu estigma de legalmente loira para se embrenhar na personalidade nada superficial de Cheryl Strayed, uma mulher que decide caminhar por 1800 quilômetros pela costa oeste dos Estados Unidos, do México ao Canadá. A viagem, que faz parte da autobiografia de Cheryl (sim, é uma história real) começa depois que a sua mãe morre de câncer, aos 45 anos.Mais do que uma inspiração para botar os pés na estrada, e mais do que uma versão feminina de "Na Natureza Selgavem (2007)", "Livre" tem recadinhos que servem para a vida toda.
2. Comer, Rezar, Amar (2010)
(Divulgação)
Depois de um divórcio traumático, Liz Gilbert resolve viajar pelo mundo e descobre o prazer de comer na Itália, o poder da oração na Índia e o amor em Bali. É muita inspiração para sair por aí!
3. Sex and the City 2 (2010)
(Divulgação)
A continuação do primeiro filme da série é totalmente colorida, ensolara e muuuito quente: as quatro amigas moderninas de Nova York descolam uma viagem (de graça!) para a exuberante Abu Dhabi - e ainda ficam no mais luxuoso hotel daquelas paragens.
4. Cartas para Julieta (2010)
(Divulgação)
Sophie é uma garota sonhadora que deseja tornar-se uma grande escritora. Em uma viagem para Verona, na Itália, ela conhece o grupo das secretárias de Julieta, que entregam correspondências apaixonadas. Ao encontrar uma carta misteriosa (e muito romântica), a menina decide rodar a Itália inteirinha (oh, quantos lugares magníficos!) em busca da identidade do escritor.
5. Vicky Cristina Barcelona (2008)
(Divulgação)
Duas garotas dividem a casa com um pintor e fazem um menáge à trois - não só pela casa dele, como também por Barcelona inteirinha!
6. Mamma Mia! (2008)
(Divulgação)
Ambientado em uma coloridíssima ilha grega, o musical repleto de hits da banda setentista Abba, conta a história de uma garota que está prestes a se casar e sonha em entrar com o pai na igreja. Só que ela não conhece a identidade do seu progenitor, e por isso, convida três antigos namorados da mãe para o casório.
7. O Amor Não Tira Férias (2006)
(Divulgação)
Duas garotas frustradas com seus relacionamentos amorosos encontram-se em um site de troca de casas (tipo Airbnb). Em pleno Natal, cometem uma loucura: enquanto uma vai parar na nevada Surrey, a outra viaja para Los Angeles - e a vida das duas transforma-se para sempre.
8. Quatro Amigas e um Jeans Viajante (2005)
(Divulgação)
Este é para relembrar a adolescência (e ter a certeza de que é possível resgatá-la numa viagem maluca com as amigas, por que não?): na despedida do último ano da escola, quatro amigas percebem que vão se separar - cada uma vai morar em um lugar - e elas decidem revezar uma calça jeans usada que misteriosamente serve em todas elas.
9. Como se Fosse a Primeira Vez (2004)
(Divulgação)
Esse filme quase não tem viagem, mas dá a maior vontade de largar tudo e viver numa boa no Havaí (o cenário da história). Ou, de largar tudo para embarcar num barco rumo ao Polo Norte. Nele, um rapaz muito galinha apaixona-se por uma garota que tem perda de memória recente - e precisa reconquistá-la diariamente com emocionantes declarações de amor.
10. Sob o Sol da Toscana (2003)
(Divulgação)
Uma norte-americana estressada com o trabalho decide abandonar os Estados Unidos e muda-se para a romântica (e ensolarada e belíssima!) região da Toscana, na Itália. Ela compra uma vinícola caindo aos pedaços e resolve reconstruir o lugar - e a sua vida.
11. Cinderela em Paris (1957)
(Divulgação)
Claro que Paris também estaria por aqui! Estrelado pela bonequinha de luxo Audrey Hepburn, o filme conta a história de uma garota (a própria Audrey) que é encontrada por um fotógrafo e viaja a Paris para fazer um ensaio de moda.
O projeto da Kombi foi esboçado na matriz da Volkswagen, que fica na Alemanha, no final da década de 1940 por um de seus importadores oficiais da marca, o concessionário holandês Ben Pon, em sua caderneta de bolso.
A ideia era criar um automóvel revolucionário que facilitaria a vida de distribuidoras e daqueles que precisassem transportar itens pesados demais para um carro comum, porém nem tanto a ponto de precisar de um caminhão, além dos que viajam com a família inteira. Tudo isso seguindo o já bem sucedido Fusca como base.
Em 1950 o projeto saiu do papel, foi para a produção em massa e lançada para as ruas alemãs. De início, a Kombi foi lançada em duas versões, a Kastenwagen, com características de um furgão para carga, e a Minibus, que continha bancos traseiros e janelas laterais. Mais tarde, conforme o passar dos anos, a Kombi foi ganhando novas formas como a versão pick-up, mais portas e mais janelas e mudanças no painel.
Evolução das Kombis ao longo dos anos. Alguns países, como o Peru, chamavam o veículo de “Combi”. (Foto: Reprodução)
Em 1953, a empresa Brasmotor (hoje Brastemp) passou a importar as peças da Kombi e a montar o veículo aqui no Brasil em um galpão localizado no bairro do Ipiranga até 1957, quando o governo brasileiro daquela época, junto com o Grupo Executivo da Indústria Automobilística (GEIA) e com a própria Volkswagen, decidiu nacionalizar a perua e fundar uma unidade da empresa alemã em São Bernardo do Campo.
Antes da fábrica chegar ao Brasil, as peças da Kombi eram importadas da Alemanha e montadas pela Brasmotor. (Foto: Divulgação/Acervo histórico da Volkswagen do Brasil)
Do dia 2 de setembro de 1957 adiante, tanto a produção das peças como a montagem da Kombi foram sendo feitas aqui no Brasil, mas foi só em 1959 que a unidade brasileira da fábrica foi oficialmente inaugurada. Na década de 1970, o Brasil se tornou o exportador global de Kombis.
O veículo ganhou apelidos por diversos países, além do nosso “Velha Senhora”, ele já foi chamado de “Hippie Van” pelos Estados Unidos e “Pão de Forma” pelos portugueses.
Fachada da fábrica nos anos 1950. (Foto: Divulgação/ Acervo histórico da Volkswagen do Brasil)
Depois de muitos anos evoluindo, ganhando motores cada vez mais potentes e fazendo a história de várias pessoas pelo mundo, no final de 2013 a Volkswagen anuncia o fim da produção do veículo, que fez com que a fábrica demitisse cerca de mil funcionários, apesar de que a fábrica continua ativa aqui no Brasil, porém fabricando peças de veículos atuais.
O motivo foi que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decretou que a partir do mês de janeiro de 2014 todos os veículos serão obrigados a serem produzidos com airbag duplo e freios ABS, a Volkswagen fez vários testes para adaptar essas novas exigências na Kombi, nenhuma delas com sucesso.
Para dar adeus à Kombi, a Volkswagen lançou a versão Last Edition, uma edição limitada da Kombi com design retrô, pintura “saia e blusa” (branco na parte superior e azul celeste na base do veículo), cortininhas em suas janelas e calotas com detalhes em branco.
Além da Last Edition, a Volkswagen, junto com a agência de publicidade AlmapBBDO, também criou uma campanha em vídeo que mostrava a Kombi deixando seu testamento para pessoas que tiveram seus momentos especiais ao lado de uma Kombi, se despedindo de todos e “voltando para casa”, na Alemanha, para visitar o filho de seu criador, Ben Pon Jr.
Kombi Last Edition fabricada em 2014 como forma de despedida. (Foto: Divulgação/ Volkswagen do Brasil)
O vídeo da campanha você pode conferir abaixo:
Para os órfãos da Kombi, a Volkswagen anunciou no ano passado que começará com a produção de uma versão futurística da Kombi a partir de 2022.
A alemã Volkswagen apresentou no Salão de Detroit (EUA) de 2017 o seu mais novo projeto, uma nova e altamente tecnológica versão da sua tão famosa Kombi, a ID Buzz, carinhosamente apelidada de “Kombi do Futuro”. Seu protótipo exibido no evento arrancou suspiros de todos os entusiastas e saudosistas do clássico modelo.
Kombi ID Buzz no Salão Detroit, EUA (Foto: Brendan McDermid/Reuters)
Como todo integrante da linha ID da marca, a nova van será totalmente elétrica e com direção autônoma, ou seja, quando acionada a opção, o volante se recolhe e o banco do motorista gira em direção aos dos passageiros, transformando o interior da Kombi em uma sala de estar. A direção autônoma funciona graças à sensores a laser, câmeras e radares instaladas ao redor do veículo.
Painel da Kombi (Foto: Divulgação)
Outro ponto que chamou a atenção no veículo foi a sua potência. Possuindo dois motores elétricos, a velocidade máxima da Kombi é de 160 km/h e pode alcançar de 0 a 100 km/h em apenas 5 segundos. Quanto o seu design, apesar de futurístico, ele mantém alguns de seus detalhes clássicos, como o formato “pão de forma” (retangular com pontas arredondadas), duas cores e o logotipo da fábrica sobre o “decote” em V na região frontal, que no caso dessa nova versão, é em U.
Quando a direção autônoma é acionada, o interior da Kombi vira uma sala de estar (Foto: Divulgação)
A produção da Kombi ID Buzz está prevista para começar em 2022 e ser lançada no mercado em 2025. O foco da Volkswagen a respeito da linha ID agora é a produção do modelo ID Concept, uma versão mais compacta apresentada no Salão de Paris em 2016 e prevista para ser lançada no mercado em 2019.
ID Concept exibido no Salão de Paris 2016 (Foto: Reprodução)